Caso clínico · Uso educativo

Mastopexia sem prótese com pedículo central não areolado

6 min de leituraPublicado em 12 de julho de 2026Por Dr. Fernando Amato

Este é um caso clínico educativo de mastopexia sem prótese e sem tela de suporte, utilizando a técnica do pedículo central não areolado — abordagem pessoal do Dr. Fernando Amato que aproveita o próprio tecido mamário para remodelar e sustentar a mama. As imagens são apresentadas com finalidade educativa, mediante autorização específica para uso de imagem. Resultado individual: a evolução varia conforme anatomia, qualidade dos tecidos, cicatrização e cuidados pós-operatórios.

Documentação fotográfica do caso

Paciente de 58 anos • sem implantes • sem tela • acompanhamento de 1 ano de pós-operatório. Resultado individual, sem promessa de resultado.

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1/8Lâmina 1 — Capa do caso: composição comparativa entre o pré-operatório e o pós-operatório de 1 ano, ilustrando elevação e remodelação obtidas sem uso de implante mamário ou tela de suporte.
2/8Lâmina 2 — Contexto clínico: paciente de 58 anos submetida a mastopexia (lifting mamário) sem implantes e sem tela de suporte, com técnica do pedículo central não areolado e acompanhamento de 1 ano de pós-operatório.
3/8Lâmina 3 — Como funciona a técnica: o tecido central da mama é preservado e redistribuído para melhorar forma, projeção e sustentação, sem depender de prótese ou tela neste caso.
4/8Lâmina 4 — Evolução em vista oblíqua e lateral esquerda: pré-operatório (esquerda) e 1 ano de pós-operatório (direita), evidenciando reposicionamento do complexo aréolo-papilar e melhora do contorno lateral.
5/8Lâmina 5 — Evolução em vista oblíqua e lateral direita: pré-operatório (esquerda) e 1 ano de pós-operatório (direita), com foco na projeção e simetria após a modelagem com o próprio tecido.
6/8Lâmina 6 — Evolução em vista frontal: pré-operatório (esquerda) e 1 ano de pós-operatório (direita), demonstrando elevação, redução do excesso de pele e melhora da simetria.
7/8Lâmina 7 — Possíveis benefícios (sem garantias específicas): elevação e remodelação mamária, reposicionamento aréolo-papilar, redução do excesso de pele e modelagem com o próprio tecido, sem os riscos específicos de implantes.
8/8Lâmina 8 — Riscos e limitações discutidos em consulta: dor, edema, sangramento, cicatrizes alargadas ou hipertróficas, alterações de sensibilidade, assimetria, sofrimento cutâneo ou necrose, resultado diferente do planejado e complicações anestésicas.

Caso apresentado com finalidade educativa e mediante autorização específica para uso de imagem. Resultado individual — sem promessa de resultado.

Resumo do caso

Paciente de 58 anos submetida a mastopexia (lifting mamário) sem uso de implantes e sem tela de suporte. A técnica escolhida foi a do pedículo central não areolado, abordagem pessoal do Dr. Fernando Amato que utiliza o próprio tecido mamário — preservado e redistribuído — para remodelar e sustentar a mama. O acompanhamento apresentado é de 1 ano de pós-operatório.

  • Idade: 58 anos
  • Procedimento: mastopexia sem implantes mamários
  • Técnica: pedículo central não areolado
  • Materiais: sem prótese e sem tela de suporte
  • Acompanhamento: 1 ano de pós-operatório

Como funciona o pedículo central não areolado

Diferente das técnicas em que a viabilidade da aréola depende de um pedículo que se estende até ela, o pedículo central não areolado utiliza o tecido central da mama para dar forma e sustentação, sem carregar a irrigação da aréola por esse pedículo. Isso permite montar a mama com o próprio tecido, melhorando forma e projeção sem necessidade de prótese ou tela nos casos indicados.

  • Utiliza o próprio tecido mamário para remodelar e sustentar a mama
  • O tecido central é preservado e redistribuído para melhorar forma e projeção
  • O excesso de pele é retirado e o complexo aréolo-papilar é reposicionado
  • Não utiliza implante mamário nem tela de suporte neste caso
  • A indicação depende da anatomia, qualidade dos tecidos e objetivos da paciente

Quando essa abordagem pode ser indicada

A técnica do pedículo central não areolado costuma ser considerada em pacientes com volume mamário próprio satisfatório, boa qualidade de tecidos e desejo de correção da ptose sem colocação de implantes. A escolha depende de exame físico, avaliação da qualidade da pele e do tecido glandular, grau de ptose (Regnault I, II ou III) e dos objetivos individuais. A técnica escolhida para uma paciente não é necessariamente a melhor opção para outra.

Possíveis benefícios

Nenhum resultado específico pode ser garantido. Os benefícios variam conforme anatomia, técnica e resposta individual.

  • Elevação e remodelação das mamas
  • Reposicionamento do complexo aréolo-papilar
  • Redução do excesso de pele e melhora da flacidez
  • Melhora da forma, projeção e simetria mamária
  • Uso do próprio tecido, sem complicações específicas relacionadas a implantes
  • Possível melhora da adaptação das roupas e da satisfação corporal

Riscos e limitações

Toda cirurgia envolve riscos. A indicação exige consulta, exame físico e discussão individualizada dos benefícios, riscos e alternativas.

  • Dor, edema, equimoses, sangramento, hematoma, seroma ou infecção
  • Cicatrizes alargadas, hipertróficas ou de aparência diferente da esperada
  • Alterações temporárias ou permanentes da sensibilidade
  • Deiscência, atraso de cicatrização, sofrimento ou necrose de pele e do complexo aréolo-papilar
  • Assimetria, perda parcial de volume, ptose recorrente ou resultado diferente do planejado
  • Necrose gordurosa, necessidade de tratamentos complementares ou nova cirurgia
  • Complicações anestésicas e tromboembólicas, embora menos frequentes

Uso das imagens e finalidade educativa

As imagens deste caso são publicadas com finalidade estritamente educativa e mediante autorização específica para uso de imagem. Não representam promessa de resultado. Cada mama é única e a evolução após a cirurgia depende de diversos fatores individuais, incluindo cicatrização, cuidados pós-operatórios e características biológicas próprias.

Perguntas frequentes

É possível fazer mastopexia sem prótese e sem tela?+

Sim, em casos selecionados. Depende de volume mamário próprio adequado, qualidade dos tecidos e grau de ptose. A avaliação presencial define se essa abordagem é a mais indicada.

O que é o pedículo central não areolado?+

É uma abordagem técnica que utiliza o tecido central da mama para remodelar e sustentar o volume, sem depender de um pedículo que carregue a irrigação até a aréola. Faz parte do repertório pessoal do Dr. Fernando Amato.

Quanto tempo dura o resultado sem prótese?+

Em média 10 a 15 anos, variando conforme envelhecimento natural, gestações, oscilações de peso e qualidade da pele. Não há garantia de duração específica.

Posso colocar prótese no futuro?+

Sim. Muitas pacientes optam por mastopexia sem prótese agora e reavaliam a colocação de implantes em um segundo tempo, se desejarem.

As imagens deste caso representam o meu resultado esperado?+

Não. Trata-se de resultado individual. A evolução varia conforme anatomia, técnica indicada, cicatrização e cuidados pós-operatórios de cada paciente.

Sobre o autor

Dr. Fernando C. M. Amato é cirurgião plástico titular pela SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica), com especialização pela UNIFESP e mais de 5.000 procedimentos realizados em sua trajetória. Membro da ISAPS e ASPS, atua em São Paulo com foco em cirurgia da mama.

CRM/SP 133826 · RQE 35.121 · Conteúdo educativo sob responsabilidade médica do Dr. Fernando Amato (CRM/SP 133826 - RQE 35.121). Este artigo não substitui consulta presencial.

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